| O Fôlego dos Meninos e Outras Febres |
Soneto de Novembro
Eu te clamo, Amado, te chamo tanto
Que a garganta me dói como enforcada
E quanto mais me seja a palavra acesa
Mais sinto na minh’alma, armazenada
Como não posso deixar de lado o plangente canto
Como tua ausência é física e me dói tão doída
Cada palavra dita, abre a ferida, eu feito uma escrava aflita ,
chora minha boca o teu nome santo.
Não é a urgência que me exige a tua
Não é a saudade que me seca a alma
Só teu nome é sustento,
É força motriz,
É como se minha vida estivesse em tua palma
E a rainha estivesse ajoelhada.
Escrito por Senhora Loirinha Má® às 15h05
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